Na véspera da cerimónia de lançamento da primeira pedra da fábrica do grupo IKEA em Paços de Ferreira, a Quercus anuncia que, para além de uma queixa já apresentada ao Ministério Publico, vai contestar em tribunal os actos administrativos praticados. Assim, a mesma anuncia a instauração de um processo judicial contra o Estado Português e «inicia uma campanha internacional para pressionar o grupo IKEA a respeitar o ordenamento do território em Portugal. Nesta campanha a Quercus solicitará aos seus parceiros internacionais, nomeadamente ONGAs, o envio de missivas aos serviços centrais do IKEA criticando a opção seguida em Portugal», diz em comunicado.
O Governo português, em Resolução do Conselho de Ministros, suspendeu parcialmente o Plano Director Municipal de Paços de Ferreira, «permitindo a instalação da nova unidade industrial do Grupo IKEA na zona da Serra da Agrela, freguesias de Penamaior e Seroa em «Espaço Florestal de Produção e Protecção», quando existiam alternativas em zonas industriais devidamente infra-estruturadas. Ao fazê-lo, o Governo Português demonstrou um total desrespeito por regras básicas do ordenamento do território. O Grupo IKEA, ao aceitá-lo, deixou clara a diferença entre o discurso sobre a sua conduta de responsabilidade social e ambiental e a prática», pode ler-se no comunicado.

2 comentários:
~governo de xulos
fode o governo porque ele fode nos a nos todos os dias.
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